JPT divulga programação do Conselho Político

A atividadade reune secretários estaduais e dirigentes nacionais da Juventude do PT e acontecerá este final de semana em Brasília

Programação

Dia 21/02- Sexta-Feira- Abertura

09h- Mesa: Conjuntura nacional e as mobilizações das juventudes.

12h- Almoço

14h- Mesa: A luta pelo socialismo e as novas classes sociais

18h- Construção e apresentação das agendas em parceria com a Fundação Perseu Abramo

Dia 22/02- Sábado

09h- Os 50 anos Golpe Militar e as repressões contra a juventude.

* Apresentação de um documentário

12h- Almoço

14h- Espaço Misto sobre feminismo/jovens mulheres

* Construção do Seminário Nacional das jovens feministas do PT

18h- Jantar

19:30h- Espaço de auto organização/reunião das forças

Dia 23/02- Domingo

9h- Construção e definição do Festival Político, arte e cultura da JPT (Nacional e Estaduais)

Apresentação das resoluções de organização interna da JPT

Definição e apresentação das agendas de 2014

13:00h- Almoço e Encerramento

Fonte: Assessoria JPT

A pesquisa Agenda Juventude Brasil – Por Severine Macedo

Agregando estatísticas oficiais já produzidas e indo além delas, a Agenda Juventude Brasil: Pesquisa Nacional sobre Perfil e Opinião dos Jovens Brasileiros explora novas questões, novos cruzamentos de dados, percepções e opiniões dos jovens

Aprofundar o conhecimento da sociedade brasileira sobre sua juventude e consolidar a produção continuada desse conhecimento são desafios para o Brasil seguir avançando em políticas públicas que efetivem os direitos juvenis. Esta tarefa ganha dimensão ainda mais importante neste período em que o país registra a maior população jovem, em termos absolutos, de sua história – 48,85 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos1, cerca de 25% de sua da população – e um vigoroso, mas imperfeito, processo de inclusão social.

As manifestações iniciadas em junho de 2013, fortemente protagonizada por jovens, estamparam a necessidade de mais e melhores estudos, buscando compreender quem são os sujeitos dessa geração que se forma junto com este novo Brasil, e de mais e melhores políticas, buscando aprofundar a transformação do país.

Com esta perspectiva foi realizada, entre abril e maio de 2013, sob responsabilidade da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) da Secretaria-Geral da Presidência da República, o trabalho de campo da Agenda Juventude Brasil: Pesquisa Nacional sobre Perfil e Opinião dos Jovens Brasileiros2. Divulgada em agosto e atualizada em dezembro, a pesquisa busca conhecer as realidades, questões e opiniões da juventude brasileira, agregando as e indo além das estatísticas oficiais já produzidas.

Abaixo, alguns dos resultados mais expressivos desse trabalho.

Maior identidade racial

Declararam-se de cor preta ou parda 60% dos entrevistados (15% e 45%, respectivamente); 34% de cor branca; e 6% amarelo/indígena. Interessante notar que a proporção de jovens que se declara preta é quase o dobro do que a identificada pelo IBGE no Censo 2010 (7,9%). Diferente do Censo, onde essa informação é dada por apenas um membro da casa – comumente mãe ou pai – esta pesquisa baseou-se na autodeclaração dos jovens.

Absorção de novas tecnologias

Computador e internet são usados por 75% dos jovens e 89% tem celular. Para se informar sobre o que acontece no Brasil e no mundo, 83% usa a televisão aberta, 56% a internet, 23% os jornais impressos, 21% as rádios comerciais e 17% a TV paga. Enquanto a TV aberta é o meio de informação mais acessado por 91% dos jovens de baixa renda3, a internet figura em primeiro lugar entre os mais ricos (73%).
Avanços notáveis na escolaridade

Embora ainda longe de chegar aos patamares desejados, os jovens desta geração tem uma relação com a escola muito mais ampla e consolidada do que as gerações anteriores: 59% chegou ao Ensino Médio, enquanto este nível de escolaridade foi alcançado por apenas 25% de seus pais. Numa pesquisa realizada em 20034, apenas 6% dos jovens de 15 a 24 anos tinham Ensino Superior, enquanto atualmente são 10%. Já de 25 a 29 anos temos 19% dos jovens que alcançaram a faculdade.

Interessante notar que quase 90% dos jovens disseram que gostam ou gostavam de estudar quando estavam nessa situação. São 66% aqueles que gostariam de estudar até o Ensino Superior ou mais e apenas 9% dos jovens entrevistados não gostariam de estudar mais.

A desigualdade social se reflete no nível de formação. Entre os estratos baixos, 43% foram até o fundamental, 54% até o médio e 4% até o superior. Nos estratos médios, esses números são 23%, 64% e 13%, enquanto nos estratos altos são 10%, 53% e 37%, respectivamente.

Possibilidade de estudar: o que há de mais positivo no país

Quando questionados sobre o que há de mais positivo no Brasil, “as possibilidades de estudar” foi o item mencionado por 63% dos jovens, reforçando o reconhecimento dos avanços no campo educacional. Em seguida aparecem a “liberdade de expressão” (55%), a estabilidade econômica (46%) e “ter democracia” (45%).

A “possibilidade de consumo” aparece no último degrau de escolha, junto com políticas sociais, reunindo, cada uma delas cerca de 1/3 das respostas. Chama atenção o fato de apenas 4% declarar que não há nada de positivo no país.

Os pobres (32%) valorizam em maior medida do que os ricos (24%) as possibilidades de estudo. Já para as políticas sociais essa relação é de 12% e 3%, o inverso do que ocorre com a liberdade de expressão (13% e 25%).

Juventude trabalhadora

Grande parte dos jovens compõe a População Economicamente Ativa (PEA): 74%, sendo que 53% trabalha e 21% procura trabalho. Conciliam escola e trabalho 14% dos jovens e 8% procura trabalho enquanto estuda.

Essa relação, contudo, diferencia-se enormemente conforme a idade: entre os adolescentes de 15 a 17 anos 85% está estudando e 55% trabalhando ou procurando trabalho, já no segmento entre 25 e 29 anos 86% está na PEA, enquanto apenas 14% estuda.

A grande maioria dos jovens tem sua primeira inserção no mundo do trabalho mesmo antes de completar 18 anos de idade (65%). Vale destacar que no campo 47% dos jovens entram no mundo do trabalho antes dos 15 anos.

Nos estratos mais altos de renda, 65% dos jovens estão ou estiveram em empregos formais e 16% em informais, enquanto nos estratos mais baixos só 22% ocupa ou ocupou postos formais e 32% informais. Jovens de cor branca têm 30% mais chances de ter emprego formal do que jovens negros. Os homens jovens possuem 25% mais chances de ter uma ocupação formal do que as mulheres jovens.

Violência como marca de uma geração

O que mais preocupa os jovens atualmente – na declaração espontânea – é a violência que, na soma das menções, foi citada por 43%. Em segundo aparece a questão do emprego ou profissão (34%). Num terceiro patamar temos as questões de saúde (26%) e educação (23%). Drogas, crise econômica e família aparecem num quarto degrau, com uma parcela entre 17% e 18%.

Interessante é a diferença de resultado quando se pergunta, de maneira estimulada, quais são os problemas do Brasil que mais preocupam os jovens. Podendo eleger dois problemas, a corrupção, que não havia aparecido espontaneamente na pergunta anterior, foi citada por 67% dos entrevistados. Em seguida vem o poder dos traficantes (46%); a grande desigualdade entre ricos e pobres (42%); e o racismo e outras formas de discriminação (34%).

Corroborando a constatação do quanto a violência marca a vida dessa geração, a pesquisa aponta que metade deles já perdeu uma pessoa próxima de forma violenta: por acidente de carro ou por homicídio. As perdas por homicídio – em sua maioria amigos, irmãos, primos ou tios – alcançam 25% dos jovens.

Foram os pretos e pardos que relataram em maior proporção a experiência de perder alguém próximo de forma violenta: 54% entre pretos e pardos e 45% entre os brancos.

Política: é possível mudar o mundo

Cerca de nove em cada dez responderam que os jovens podem mudar o mundo, sendo que, para sete, eles podem mudá-lo muito. A política, por sua vez, é valorizada pela maioria: 83% acha que ela é muito ou mais ou menos importante. Apenas 16% a acha nada importante.

Para mudar as coisas no Brasil, “a participação e mobilização nas ruas e ações diretas” são a opção mais mencionada pelos jovens (45%). Em seguida vem a “atuação em associações ou coletivos que se organizam por alguma causa” (44%), a “atuação em conselhos, conferências, audiências públicas ou outros canais de participação desse tipo” (35%), a “atuação pela Internet” (34%) e a “atuação em partidos políticos” (30%).

Em termos de participação política, chama atenção o fato de seis em cada sete jovens declararem que participam, já participaram ou gostariam de participar de coletivos e movimentos sociais. Igualmente interessante é o fato de 55% dos jovens terem tirado o título de eleitor antes da idade obrigatória (18 anos) e de outros 10% pretender tira-lo dentro do prazo facultativo.

Percepções e expectativas: a vida vai melhorar

Quanto à mobilidade de classe social que tiveram em relação à geração de seus pais, 36% dos jovens avaliam que sua vida hoje é melhor, enquanto apenas 8% aponta que sua vida piorou. 56% não veem alterações.

Por outro lado, 94% acredita que sua vida vai melhorar, enquanto apenas 1% acha que vai piorar e outros 4% não veem perspectiva de mudança. Perguntados sobre quais elementos são mais importantes para sua vida presente; para melhorar de vida; e para garantir direitos, os jovens apontam: a família (75%) para a vida presente; o esforço pessoal (68%) para melhorar de vida; e as políticas do governo (47%) para a garantia dos direitos.

Políticas de juventude: avançar é preciso

A maior parte dos jovens (53%) apontou que “os governos no Brasil conhecem as necessidades dos jovens, mas não fazem nada a respeito”. Essa opinião é maior no meio urbano (55%) que no rural (39%) e cresce à medida que a renda aumenta: 46% dos mais pobres, 54% os jovens de estratos de renda média e 60% dos mais ricos.

Cerca de 18% disse que “os governos apoiam e promovem programas e ações voltadas para a juventude” e apenas 8% indicou que “os governos não conhecem nem se preocupam com as necessidades dos jovens”. Mas ainda é significativa a parcela (20%) daqueles que responderam que não sabem nada sobre o tema.

Foram 44% os que alegaram ter conhecimento de algum projeto ou programa de governo dirigido para a juventude. O Projovem lidera, sendo citado por 19% de forma espontânea. Em segundo lugar vem o Programa Universidade para Todos (Prouni), com 7%, e depois uma outra série de programas de educação, como Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com 4%, e Programa de Financiamento Estudantil (Fies), com 2%.

Quando perguntados de maneira estimulada sobre as ações de educação para a juventude, o Enem, o Prouni e o ProJovem são conhecidos por mais de 85% da amostra. Mas é pequena a parcela daqueles que dizem conhecer bem qualquer uma dessas ações.

É interessante reparar a importância que os jovens dão aos recursos humanos quando perguntados sobre o que o governo deve realizar para melhorar a educação, a saúde e enfrentar a violência. “Investir nos professores” foi a ação mais citada (55%) para a educação, assim como “contratação de novos profissionais” (60%) para a saúde e “combate à corrupção e má conduta de policiais” (51%) para a questão da violência.

Construindo os avanços: a juventude como política de Estado

Sem pretensão de esgotar o tema ou de tornar-se referência única, a pesquisa Agenda Juventude Brasil é uma contribuição da Secretaria Nacional de Juventude para ampliar e qualificar o conhecimento sobre esse segmento da população no país. Ela é parte de uma estratégia que inclui o Participatório – Observatório Participativo da Juventude5 como ferramenta para produção, consulta e troca destes conhecimentos e para articular os mais diversos atores e iniciativas interessados nesse campo.

Assim como as manifestações de junho mostraram-se ricamente diversas e de difícil homogeneização, a pesquisa também deixa claro que a vida juvenil é composta por uma pluralidade de elementos e se desdobra em múltiplas trajetórias, inviabilizando qualquer tentativa de padronização da juventude e de simplificações que busquem um grande tema que responda as suas necessidades. Por isso, a pesquisa se debruça sobre as diferenças de faixa etária, sexo, cor/raça, situação de domicílio (campo e cidade) e renda.

O trabalho abre inúmeras possibilidades de análise, mas deixa nítido como essa geração foi impactada pelas políticas de inclusão social – com destaque para a educação – e pela ampliação da democracia no país nos últimos anos. Por outro lado, também é cristalino que há limites e desigualdades que persistem neste processo e que há novas demandas oriundas da inclusão. A juventude pede novas respostas, ao mesmo tempo em que demonstra grande disposição de participar do debate político e de interferir diretamente nos rumos das transformações do país. O recado é claro: necessitamos de mais e melhores políticas.

Passos estão sendo dados nesse sentido. Uma política em expansão é o Plano Juventude Viva6, que enfrenta a violência contra os jovens negros concentrando políticas públicas nos territórios com os mais altos índices de homicídio, além de apontar mudanças na conduta das polícias e do sistema judiciário.

É importante frisar que o desenvolvimento de estruturas específicas para políticas de juventude ainda é relativamente recente no país. A maioria dos órgãos executivos, assim como dos conselhos, foi criada após a instituição da estrutura do Governo Federal (em 2005) e atinge hoje cerca de 300 municípios.

Mas, a sanção do Estatuto da Juventude em 2013 nos abre novos horizontes. Além de instituir dois benefícios diretos – a meia-entrada para estudantes e jovens de baixa renda, e as gratuidades e meia passagem no transporte coletivo interestadual para os jovens de baixa renda – o Estatuto cria o Sistema Nacional de Juventude que irá organizar a política de juventude e induzir a ampliação dos seus órgãos de gestão e de participação em todos os níveis da federação.

Essa é a hora de alargarmos nossa agenda, pois está em jogo a transformação das políticas de juventude em políticas de Estado, o aprofundamento dos canais de participação direta dos jovens e o papel central desta geração para o desenvolvimento sustentável do país.

1 – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2012 –IBGE.

2 – A pesquisa é estatisticamente representativa do universo da população entre 15 e 29 anos. Confira a íntegra da pesquisa pode ser acessada em: http://www.juventude.gov.br/noticias/arquivos/pesquisa-atualizada-16-01.2013

3 – O recorte de renda segue o aplicado no estudo sobre estratos econômicos do Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE): Estratos baixos são os de renda domiciliar abaixo de R$ 290/mês; Estratos altos são os de renda domiciliar acima de R$ 1.018/mês; e, por conseguinte, Estratos médios são aqueles situados entre os dois anteriores. Comissão para Definição da Classe Média no Brasil, acessível em http://www.sae.gov.br/site/wp-content/uploads/Relatório-Definiçãoda-Classe-Média-no-Brasil1.pdf

Severine Macedo é secretária Nacional de Juventude do Governo Federal

Fonte: Texto publicado na edição de fevereiro de 2014 do Le Monde Diplomatique Brasil

 

SNJ e SEPPIR cadastram membros na Rede Juventude Viva

A ideia é fortalecer as ações do Plano Juventude Viva, que atua no enfrentamento à violência contra a juventude negra. De acordo com o Ministério da Saúde, os homicídios são hoje a principal causa de morte de jovens de 15 a 29 anos no Brasil e atingem especialmente jovens negros, moradores das periferias e áreas metropolitanas dos centros urbanos.

O Plano Juventude Viva é uma ação interministerial lançada em 2012, coordenada pela SNJ e SEPPIR, no intuito de transformar essa realidade. A Rede é mais um espaço para diálogo, interação e mobilização entre os diferentes atores que promovem os direitos da juventude, buscando a igualdade racial.

Além disso, a Rede também reúne diversas informações sobre as ações propostas no Plano Juventude Viva, vídeos, artigos, editais e eventos relacionados. E tudo isso pode ser construído colaborativamente a partir dos membros da rede. Os usuários podem abrir debates sobre os temas referentes ao Plano.

Como participar? – 
Para participar, basta se cadastrar preenchendo o formulário disponível aqui. Em seguida, não deixe de criar seu perfil no Participatório da Juventude e contribuir com os debates sobre os temas da comunidade Rede Juventude Viva. Ao participar, você colabora para o fortalecimento e aperfeiçoamento da democracia brasileira e contribui para ampla reflexão sobre a vulnerabilidade da juventude negra.

Cadastre sua instituição na Rede Juventude Viva!
Participe da comunidade Rede Juventude Viva no Participatório!
Acesse o site oficial do Plano Juventude Viva!

Fonte: Secretaria Nacional de Juventude

– See more at: http://www.pt.org.br/noticias/view/snj_e_seppir_cadastram_membros_na_rede_juventude_viva#sthash.4lZpKGbE.dpuf

Eleições 2014: Dilma lidera disputa presidencial com 43,7%, aponta pesquisa

Dilma02

Pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (18) mostra que a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria eleita no primeiro turno com 43,7% dos votos caso disputasse com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), cenário tido como mais provável atualmente.

Se as eleições fossem hoje, o tucano teria 17%, e o governador de Pernambuco, 9,9%. O número de brancos e nulos chega a 20,4% nesse cenário, e o índice dos que não souberam ou não responderam são 9% dos eleitores. Foi considerado ainda o candidato Levy Fidélix, que teria 0,4% dos votos.

Em caso de segundo turno, tanto com Aécio quanto com Marina, a presidenta Dilma Rousseff seria reeleita, de acordo com a pesquisa. Contra Aécio, Dilma teria 46,6% das intenções de voto e o tucano, 23,4%. Já contra Marina, Dilma teria 44,6%, e Marina Silva, 26,6%.Caso o segundo turno ocorresse entre Dilma e Campos, a presidente teria 48,6% contra 18% do governador de Pernambuco.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor apenas responde em quem vai votar sem que seja apresentado um candidato, Dilma tem 21,3% das intenções de voto.

A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais. O MDA ouviu 2.002 eleitores entre os dias 9 e 14 de fevereiro em 137 municípios de 24 unidades da federação.

Por ser ano eleitoral, a pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como determina a regra do processo eleitoral, sob o número 00012/2014.

Fonte: PT Nacional com Agências

ARTIGO: O quebra-cabeças de 2014 *Por Marcelo Diniz

Desde muito cedo aprendi que em política nada é espontâneo. Revoluções nascem de conspirações.

Qual a ligação entre a AP 470, Eduardo Campos, os protestos de 2013 e contra a Copa, manipulação de informações econômicas pela grande mídia e a eleição de 2014?

Os protestos de 2013 começaram com a liderança de movimentos organizados e foram tomados por uma aliança entre setores da mídia, ativistas da Direita (organizados e não organizados, que se autodenominam “independentes”). De uma hora para outra, as manifestações trocaram bandeiras progressistas, como a Reforma Política e do Transporte Público de qualidade, por bandeiras fascistas, como Pelo fim dos Partidos Políticos (ou, nas entrelinhas, das instituições que em última instância, têm o papel de atuar como garantia ao debate democrático na sociedade), Contra a “Ditadura Gay” e “em defesa da família”.

Os grandes oligopólios midiáticos fizeram seu papel nessa encenação, com maestria! A inversão dos fatos, com o intuito de promover a hostilidade contra pessoas e instituições que fizeram História em defesa do povo ganhou espaço de destaque no horário nobre da Rede Globo, que achou ser o momento certo de arriscar a credibilidade do Jornal Nacional e sua bancada, em troca de alguns pontos de audiência e da possibilidade de incitar um clima de alta instabilidade (bem coerente, para uma organização que deu e recebeu apoio da Ditadura Militar que perseguiu pensadores, trabalhadores e militantes de direita moderada, centro e esquerda).

Com a proximidade da Copa do Mundo, a mídia e grupos da Direita tentam incitar novos protestos e propagam mentiras facilmente detectáveis, como a de que os investimentos seriam excessivamente altos e os benefícios, pequenos. Diversos dados são claramente manipulados e apresentados na TV, para fazer crer que nossa situação econômica é cada dia pior. Se reparar bem na foto que acompanha este texto, você verá somente uma amostra do baixo nível do jornalismo Global e da necessidade urgente de uma Reforma das Comunicações que responsabilize essas empresas pelas informações (e/ou deformações) que publicam.

Infos

Eu poderia juntar à imagem o vídeo de Rachel Sheherazade defendendo a tortura no jornalismo do SBT, o que mostra que não só a Globo, mas outros grandes veículos estão dando suas contribuições para tentar criar o clima de instabilidade social, mas essa imagem mostra que as pontas soltas se encontram com razoável facilidade e estão prestes a se unir. O teatro dos dados serve para cumprir os compromissos dos veículos com outro segmento conservador ao qual sempre foram aliados: o dos banqueiros. Quando o risco de inflação se apresenta, o “remédio” é amargo para os trabalhadores e um manjar dos deuses para essas personagens que entram em cena: aumento dos juros. Com isso, os bancos lucram ainda mais (digo isso porque a cada ano o lucro do setor bate recordes e em recente levantamento da consultoria Brand Finance, quatro instituições financeiras brasileiras aparecem entre as marcas mais valiosas: Bradesco, em 20º, Itaú em 23º e Banco do Brasil, em 35º e a Caixa Econômica Federal em 49º) o nível de insatisfação popular aumenta dando mais propensão a sair às ruas, a imagem do governo fica desgastada e, consequentemente, temos a receita de bolo de que setores e “ilustres” membros da oposição precisam para ganhar as eleições de 2014. Mas ainda falta um ingrediente fundamental: o candidato.

Há mais de uma década a oposição tenta se recuperar da derrota para a Onda Vermelha que varreu do centro do poder o projeto neoliberal entreguista/lesa patria. E sob a liderança de uma figura política que figura entre as donas dos maiores carismas já vistos em toda a nossa História, que sintetiza em sí muitas características da identidade popular: Lula é nordestino, retirante, operário (maior liderança sindical já vista), vítima de acidente de trabalho etc. Primeiro, tentaram transpor Geraldo sobre Alckmin. Não colou. O picolé de chuchu não fez sucesso. Depois, quiseram esmagar sob o peso de uma bolinha de papel, a candidatura da primeira mulher com chances reais de chegar à presidência, a ex-guerrilheira, ex-presa política e vítima de torturas pelos milicos, Dilma Rousseff. Mais uma vez, não deu certo e olhe que contaram com o importante, mas não suficiente apoio da ex-Ministra do governo de Lula, Marina Silva, que resolveu mudar de lado e aliar-se aos banqueiros.

Seguiu-se uma disputa em ninho tucano que, se fosse no PT, logo seria utilizada para atacar o partido e provar a tese da “guerra interna” de que somos eternamente acusados por aqueles que não entendem a democracia petista. Até vazamento de informações por aliados de Aécio e Serra, houve, segundo o “Hoje em Dia” de Minas ( http://abcd-maior.jusbrasil.com.br/politica/6104082/jornal-mineiro-confirma-que-dossie-surgiu-na-disputa-serra-aecio ). Ganha a primeira batalha, Aécio Neves, agora presidente do PSDB, tenta manter longe as desconfianças existentes há anos sobre sua ligação com figuras um tanto suspeitas. Até helicóptero de pó entrou na trama (Confira: http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/12/aecio-neves-e-o-helicoptero-do-po.html ).

No meio dessa disputa para ocupar a vaga de candidato/a das oposições, surge uma figura bem contraditória: Eduardo Campos. Como Marina, ex-Ministro do governo de Lula. Cresceu em exposição graças à amizade e à confiança de Lula, tornou-se governador de Pernambuco numa disputa em que figurou como terceira via e surfou muito na popularidade e nos investimentos dos governos do PT. Depois, resolveu apostar no vôo solo ao Palácio do Planalto, tomando de assalto a Prefeitura de Recife, num momento de fragilidade interna do PT, envolto em um nível de disputa tão baixo quanto jamais visto pela militância e que extrapolou todos os limites.

O problema, segundo os analistas, é que Eduardo Campos “não dá liga”, pois, além de pouca projeção nacional, desfila com um sem-número de caveiras dentro do armário. Eduardo tem, digamos um “senso bastante elevado de oportunidade”, como diria um camarada com quem militei. Esmagou a oposição em Pernambuco até torná-la quase nula, resumida à resistência de movimentos sociais como as manifestações contra os aumentos absurdos de passagens, reprimidos com a conhecida brutalidade da Polícia Militar de Pernambuco (Confira aqui: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/grande-recife/noticia/2012/01/20/correria-bombas-de-efeito-moral-e-feridos-marcam-protesto-de-estudantes-no-recife-322343.php ). Resolveu bem a condição familiar, articulando a indicação da mãe ao Tribunal de Contas da União (Confira aqui: http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/camara-elege-ana-arraes-como-1-mulher-ministra-do-tcu,4fddcc00a90ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html ) e empregando um sem-número de parentes em cargos de chefia na estrutura estatal e encaminhando a carreira política de outros (Aqui está: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,campos-prepara-sua-sucessao-em-familia,1128320,0.htm )

Com a negativa da Justiça Eleitoral para a oficialização da Rede Sustentabilidade como partido político, Eduardo surpreendeu ao oferecer abrigo a Marina Silva e seus asseclas no PSB, utilizando o discurso da “tradição histórica das esquerdas” em abrigar companheiros de organizações irmãs entre seus quadros. Não colou. Eduardo forçou Marina a entrar num jogo perigoso: Disputar a indicação interna, pleitear a vice, numa chapa puro-sangue ou deixar-se recuar para um papel de menos destaque na disputa.
Ao mesmo tempo, Eduardo tenta se aproximar de setores que poderiam lhe proporcionar, além de capital financeiro para a disputa, capital eleitoral, como o agronegócio, dono de um dos mais poderosos lobbys do cenário político nacional e empreiteiros (Veja, em: http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2013/10/29/interna_politica,464792/influenciado-por-marina-eduardo-campos-adota-discurso-da-sustentabilidade.shtml ).

Os resultados das pesquisas pré-eleitorais mostram que nem assim, o neto do saudoso Miguel Arraes decolou.
Aí que entra a última fagulha de esperança das viúvas da velha política! Ela atende pelo nome de Joaquim Barbosa. Ministro do STF, relator da AP 470, foi o responsável pela prisão de José Dirceu, José Genoíno e outros petistas acusados de corrupção. Para atingir seu intento, desvirtuou a doutrina ao utilizar de modo incorreto a Teoria do Domínio dos Fatos sem antes comprovar a autoria do crime de que eram acusados os dirigentes do PT (e quem diz não sou eu, mas o criador da mesma: http://www.viomundo.com.br/denuncias/jurista-alemao-repreende-o-stf-pelo-mau-uso-de-sua-teoria-do-dominio-do-fato.html e http://jornalggn.com.br/noticia/alunos-de-roxin-denunciam-embustes-utilizando-a-teoria-do-dominio-do-fato ).

O badalado arauto da moral e dos bons costumes políticos também peca por sua própria conduta. Abriu empresa para comprar apartamento nos EUA, driblando limitações legais ( Veja a matéria, em: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/07/1314299-barbosa-cria-empresa-para-comprar-imovel-em-miami.shtml ), manteve relações (não sei se negociais ou pessoais) com Antonio Mahfuz, foragido da Justiça e alvo de diversos processos (http://noticias.terra.com.br/brasil/politica/julgamento-do-mensalao/petistas-compartilham-foto-de-joaquim-barbosa-com-foragido,b3ed29ff2b7f3410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html ) e teve sua “pré-candidatura” à Presidência da República “lançada” pelo Ministro Marco Aurélio Mello, recentemente (http://www.paraiba.com.br/2014/02/08/24997-bomba-ministro-do-supremo-dia-que-joaquim-barbosa-e-candidato-a-presidente ).

De fato, a postura de Joaquim Barbosa já foi alvo da estranheza do meio judiciário, pois a função de juiz guarda consigo uma certa reserva (segundo defende a grande maioria dos magistrados e juristas), segundo a qual, o papel do mesmo seria falar apenas nos autos dos processos.

Se fosse “só” isso, já seria estranho, mas durante a abertura da Copa das Confederações, Joaquim Barbosa chegou ao limite do desrespeito à posição que ocupa como presidente de um dos três Poderes Constituídos. Eu explico: Ensina-nos a Ciência Política que, para o bem do Estado e portanto, da sociedade, é preciso evitar a concentração de poder nas mãos de um governante ou instituição única. Desde o Século XVII chegou-se à conclusão de que o melhor seria a existência de três poderes separados, porém, funcionando em regime de extremo respeito e cooperação. Muitos opositores do PT e crentes da causa de Barbosa reagiram eufóricos à atitude do mesmo, quando, frente às câmeras de TV do mundo inteiro, deixou de cumprimentar a Presidenta Dilma. Fiquei surpreso de ver, mesmo em minha sala de aula (onde curso Direito), colegas comemorando o feito, que atenta contra um princípio básico do Estado Brasileiro.

Na semana passada, a resposta à tática de Joaquim (que na minha humilde opinião só seria candidato a presidente em 2018, a não ser que o plano de implosão da Copa do Mundo dê certo, vide: http://www.tribunahoje.com/noticia/90494/politica/2014/01/13/joaquim-barbosa-senador-ou-governador-do-rio-de-janeiro.html ) veio exatamente de onde a militância mais esperava: O Presidente Lula bateu forte e disse que Se [Joaquim Barbosa] quiser fazer política, entre num partido político e seja candidato, porque senão não tem lógica”. E completou: “Quando você indica alguém, você está dando um emprego vitalício e o cidadão, se quiser fazer política, que diga: ‘Não aceito ser ministro, vou ser deputado, vou entrar num partido político e mostrar a cara. Mostre a cara'”

Como vai terminar a disputa de 2014? Ninguém pode afirmar. Mas o fato é que com o cenário atual que caminha para uma confirmação da opção feita pelo povo brasileiro em 2002, o nível da disputa tende a baixar muito! É de praxe: Sempre que a coisa fica difícil no voto, as forças reacionárias apelam para “dossiês”, manipulação de informações e sabemos que os limites são bem subjetivos.

2014, PT, PSDB, PSB, Eduardo Campos, Marina Silva, Joaquim Barbosa, Globo, Copa 2014, AP 470

* Marcelo Diniz é militante da JPT – Caruaru, Coordenador de Relações com os Conselhos da Prefeitura Municipal de Caruaru e 1º Secretário do Diretório Acadêmico Gilberto Freitas de Araújo (Direito, ASCES)

ARTIGO: PT: Há 34 anos reescrevendo a história

*Por Manoel Santos

No dia 10 de fevereiro de 1980 nascia uma estrela: o Partido dos Trabalhadores (PT). Um partido que foi fundado com a proposta mais que especial de incentivar a luta de excluídos e excluídas da sociedade pelo direito de acessar os seus direitos, ou seja, o direito de poder ocupar o lugar que a cada um e cada uma pertence, o lugar de cidadão. Mais do que uma legenda, essa organização despontava com o propósito de representar a maioria e ter como referência uma questão estruturante: a de classe.

O sonho, que surgiu na década de 80, logo se transformou em projeto político e tomou as ruas, disputando espaço, conquistando novos sonhadores, não apenas para lutar, mas também para assumir o poder. Enfrentou o preconceito, a dúvida, a criminalização, o medo e venceu. Em 2002, deu o maior testemunho da sua capacidade: provou que lutava em defesa dos excluídos e, mais do que tudo, provou que esses excluídos tinham o direito e a capacidade de governar. Foi eleito Luiz Inácio Lula da Silva, nordestino, operário, sindicalista.

Oito anos se passaram. O Brasil nunca presenciou tantas mudanças sociais. O olhar do Estado deu passos importantes rumo a outros horizontes. Passou a enxergar os pobres, os famintos, os negros, os nordestinos, os homossexuais, as mulheres, os analfabetos e tantos outros. A relação entre o povo e o governo, que antes era baseada no temor e na obrigação, passou considerar o diálogo e a construção coletiva. Pela escolha do povo, essa trajetória continuou com a eleição da presidenta Dilma Rousseff. Data daí, outro marco, a eleição da primeira mulher para presidenta do Brasil.

Em Pernambuco, nós, trabalhadores rurais, estamos caminhando e construindo essa história junto com o PT. Mobilizamos a nossa base do campo, no estado e no país, para as eleições de Lula e Dilma. Também tenho a honra de ter sido indicado pela minha base e aprovado pelo meu partido (PT), para o mandato de deputado estadual, eleito principalmente pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais. Hoje, sou o primeiro trabalhador rural, negro e sertanejo, a levar as demandas do povo do campo e da periferia para a Assembleia Legislativa de Pernambuco, buscando consolidar e aumentar os nossos direitos.

Como no passado, os desafios enfrentados pelo projeto político do PT permanecem e se reinventam. Isso porque, para esse projeto, o mais difícil não é alcançar resultados, mas traçar os caminhos necessários para se consolidar frente às muitas investidas de quem sempre concentrou o poder, como ferramenta de opressão.

Da mesma forma, o Partido reinventa o seu debate, a sua militância, as suas estratégias. É dessa maneira que seguimos na caminhada, agora, lutando para reafirmar o sentido realmente democrático da política: aquele em que o debate é construtivo, profundo e voltado, unicamente, para os interesses do povo. Assim, esperamos celebrar muitos outros anos, com a estrela radiante a iluminar os nossos caminhos; com o vermelho vibrante a animar a nossa luta, para continuarmos “juntos com o povo” e reescrevendo a nossa história.

*Manoel Santos é deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores em Pernambuco

Programa de apoio à extensão universitária lança edital com aumento dos recursos

Programas e projetos de extensão universitária, propostos por universidades públicas, institutos federais de ciência e tecnologia, centros federais de educação tecnológica e instituições comunitárias poderão receber recursos de até R$ 300 mil para o seu desenvolvimento. É o que determina o edital 2015 do Programa Nacional de Extensão Universitária (Proext), lançado nesta sexta-feira, 7, pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), do Ministério da Educação.

O Proext é uma ação interministerial, coordenada pelo MEC e desenvolvida em parceria com as instituições públicas de educação superior por meio de programas e projetos de extensão universitária. De acordo com o edital, podem participar do Proext as universidades públicas federais, estaduais e municipais, os institutos federais de educação, ciência e tecnologia, os centros federais de educação tecnológica e as instituições comunitárias.

Para a edição 2015, o edital define um aumento do valor dos recursos, que podem ser destinados a programas, com dois anos de duração (até R$ 300 mil), e a projetos, com duração de um ano (RS 100 mil). O edital de 2014 limitava os valores do último a R$ 50 mil e do primeiro a R$ 150 mil. O novo edital também permite a participação das instituições comunitárias, que não participavam nas edições anteriores.

Juventude – No edital Proext 2015, a Secretaria-Geral da Presidência da República propôs a linha temática 19: Relação entre Estado e Sociedade, Promoção da Participação Social e Políticas para a Juventude. Entre os subtemas, um dos itens foi proposto especialmente para ações no âmbito do Plano Juventude Viva: o subtema 19.9 – Garantia de Direitos da Juventude e Prevenção à Violência.

Diversas outras linhas também abrem espaço para proposição de programas ou projetos que colaborem na garantia de direitos para a juventude e na prevenção à violência contra a juventude negra, a exemplo do subtema 1.2- Juventude, na linha temática 1: Educação; e do subtema 11.2- Direitos Humanos e Segurança Pública, na linha Linha Temática 11: Promoção da Igualdade Racial.

De acordo com o secretário de educação superior, Paulo Speller, o programa potencializa e amplia os patamares de qualidade da extensão universitária na formação dos alunos, associando a sua natureza pedagógica à missão das instituições de ensino superior públicas. “O Proext é um programa que consolida a identidade universitária por excelência: a realização concomitante e indissociável, pelas universidades, do ensino, da pesquisa e da extensão, conforme estabelece a Constituição brasileira”, disse o secretário.

O lançamento do Proext, em 2003, possibilitou grandes iniciativas no meio acadêmico nas mais diversas temáticas, com destaque para os projetos nas áreas de inclusão social, formação docente e educação de jovens e adultos. “É um importante caminho de aproximação da Universidade com a sociedade”, afirmou Speller. “Os seus projetos e programas, envolvendo inúmeras linhas temáticas e as prioridades de múltiplos parceiros, ampliam decisivamente a pertinência social das ações universitárias e a dimensão pública da educação superior brasileira.”

O programa conta atualmente com 18 parceiros institucionais, entre os quais os ministérios da Cultura, da Integração Nacional, da Justiça, da Pesca e Aquicultura, da Saúde, das Cidades, das Comunicações, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho e Emprego, do Esporte, do Meio Ambiente, da Ciência, Tecnologia e Inovação, além do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, secretarias de Direitos Humanos, de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, de Políticas para as Mulheres e a Secretaria-Geral da Presidência da República.

As instituições têm prazo até o dia 28 de março de 2014 para encaminhar as propostas. As inscrições podem ser feitas na página do programa na internet.

Acesse o edital do Proext

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC

%d blogueiros gostam disto: