Archive | novembro 2013

Rádio PT: André Vargas comenta o PED 2013 e a reeleição de Rui Falcão

Ao final do Processo de Eleições Diretas 2013, o deputado federal e vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas, falou a respeito da votação. De acordo com o parlamentar “Em torno de meio milhão de filiados compareceu à votação que elege as direções do partido, sendo que o PT é único partido que usa esse método, que é democrático, aberto e fortalece as políticas que estamos implementando no governo e amplia as estratégias que visamos para o futuro” disse.

André ressaltou que mesmo com as crises que vivemos no passado, nossa militância dá resposta e fortalece o quadro dirigente.  “A reeleição do presidente Rui Falcão é a consolidação de uma política exitosa que vem sendo vitoriosa desde a vitória do presidente Lula, eleição da presidenta Dilma e agora das novas direções que se sucedem” finalizou.

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Vídeo Tutorial da Secretaria Nacional de Organização – Ordenação de chapas

Assista o vídeo com as orientações da SORG/PT sobre o tema:

Brasília receberá o 4º Encontro Nacional de Conselhos de Juventude

O Encontro será realizado de 15 a 17 de dezembro de 2013, em Brasília.

Em sua quarta edição, o Encontro discutirá os desafios da implementação dos direitos estabelecidos no Estatuto da Juventude, por meio do Plano Nacional, a regulamentação do Sistema Nacional de Juventude e o fortalecimento da Rede de Conselhos.

Podem participar do encontro membros do governo e sociedade civil de conselhos municipais e estaduais de juventude. As despesas com hospedagem, alimentação, traslado e passagens serão cobertas pelo Conjuve. Além dos integrantes do Conselho Nacional, serão destinadas 200 vagas para os conselhos municipais e estaduais.

Mais informações no site

Fonte: Conjuve

Artigo: Passo a passo – Por Alexandre Padilha

Com a aprovação no Congresso e a sanção da lei pela presidenta Dilma Rousseff, o programa Mais Médicos cumpre mais uma etapa.

Foram quatro meses de debates, nos quais a participação de estrangeiros, as novas regras para abertura de vagas e mudanças no currículo das faculdades de medicina enfrentaram resistência de entidades.

Mas, em nenhum momento, faltou a convicção do Ministério da Saúde de que o programa representa um passo para uma profunda mudança na saúde do país.

Essa convicção me acompanha desde os tempos da Faculdade de Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), quando criamos a Comissão Interinstitucional de Avaliação de Ensino Médico. O objetivo era romper a estrutura que fazia com que os estudantes utilizassem os pacientes do SUS como ferramentas de aprendizado para depois aplicar o conhecimento em consultórios privados. Nosso lema era: chega de aprender com os pobres para depois só tratar dos ricos.

A convicção cresceu quando assumi a coordenação de um núcleo de medicina tropical da USP no interior do Pará. Trabalhando com os índios zoé, percebi que, mesmo com a barreira da língua e com falta de infraestrutura, um médico faz diferença. Na época, a tribo corria o risco de ser dizimada pela pneumonia e malária. Com a ação do núcleo, ambas as doenças foram controladas dentro da tribo.

Uma década depois, já no Ministério da Saúde, iniciamos as ações para levar médicos para onde não os havia. Começamos com o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica, em 2011, que levou 355 médicos para o interior do país. No ano seguinte, 8.000 médicos se inscreveram, mas muitos não iniciaram o trabalho. A demanda era de 10 mil médicos. Na ponta mesmo, chegaram cerca de 3.500.

A partir dessa demanda de prefeitos de todos os partidos, o programa Mais Médicos foi idealizado. Estudamos o que países como Canadá, Portugal e Austrália faziam para atrair profissionais para lugares remotos. Foi então que decidimos continuar priorizando os brasileiros, mas abrindo oportunidades a estrangeiros também.

O Mais Médicos está ainda no começo, mas os números dão a sua dimensão. Já são 3.676 profissionais que beneficiam, juntos, praticamente 13 milhões de brasileiros—mais do que toda a população da cidade de São Paulo. Em dezembro, chegaremos a 6.600.

No primeiro mês do programa, foram realizadas cerca de 320 mil consultas, o que fez com que aumentasse também o acesso a medicamentos do Farmácia Popular. No período, 13,8 mil pacientes retiraram medicamentos das farmácias populares com receitas emitidas por médicos do programa.

Com um atendimento básico de qualidade, será possível resolver mais de 80% dos problemas de saúde, diminuindo as filas de hospitais.

A nossa aposta é no atendimento, mas também na infraestrutura. Do total de prefeituras atendidas na primeira etapa do programa, 97% recebem dinheiro federal para melhorar unidades. A presença do médico certamente acelerará esse processo.

Para além dos resultados, o Mais Médicos vem ajudando a vencer alguns tabus: que não faltavam médicos no país; que não existiam barreiras à atuação de estrangeiros; que não era necessária a universalização de vagas de residência médica e a presença de estudantes de medicina na atenção básica.

Hoje, o país já se deu conta de que a escassez de médicos é um dos nossos grandes problemas de saúde. Essa dificuldade está acima de divergências partidárias. Por isso, prefeitos, inclusive da oposição, inscreveram-se no programa.

A única ideologia que existe no Mais Médicos é levar médicos para onde faltam médicos. São bem-vindas as ações estaduais e municipais para levar mais profissionais para a população desassistida. Quanto mais médicos, melhor.

Alexandre Padilha é médico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é ministro da Saúde

(Artigo publicado originalmente na coluna Tendências & Debates do jornal Folha de S. Paulo, em 28/11/2013)

Fonte: Site do PT Nacional

Teresa Leitão é a nova presidenta do PT Pernambuco

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Agora é oficial. O acordo entre a deputada estadual Teresa Leitão e o advogado Bruno Ribeiro, com o objetivo de cancelar a prorrogação do Processo de Eleição Direta (PED) do PT Pernambuco, foi anunciado pelo atual presidente da sigla, deputado Pedro Eugênio. Em contato, há pouco, com o Blog da Folha, o dirigente revelou que, após uma sequência de conversas, os dois grupos acertaram que a parlamentar assumirá o comando do partido no Estado, provavelmente no dia dez de dezembro, e, em 2016, o posto será repassado para Ribeiro, que ficará dois anos à frente da sigla.

“Fechamos um acordo entre as duas chapas, entre os dois candidatos, para evitar a realização do segundo turno do PED. Foi um acordo que tem representação dos dois blocos”, destacou Pedro Eugênio. O acordo será celebrado com a divulgação de um documento que detalhará as bases do acerto. “É um acordo mais amplo, que não observa só o PED. É de como se dará a gestão do partido, com ambas as partes colaborando”, acrescentou.

Teresa Leitão poderá assumir o comando do PT já a partir do próximo dia 29, entretanto, como ainda seria preciso acertar muitos detalhes sobre a formatação da direção partidária, os petistas pernambucanos trabalham com a ideia de a parlamentar ser empossada somente no final do prazo estipulado pela direção nacional da sigla, o dia 10 de dezembro.

Todavia, o acordo entre Teresa Leitão e Bruno Ribeiro não se aplica às disputas municipais do PED 2013. Em várias cidades do Estado ainda poderá ocorrer segundo turno pelos comandos locais. “Não engloba as questões municipais. Ainda poderemos ver acordo nos municípios, mas ainda não tem nada certo nesse sentido”, afirmou Pedro Eugênio.

Fonte: Blog da Folha

Genoino passa mal e é levado para hospital

Preso desde a semana passada, o deputado licenciado e ex-presidente do PT José Genoino passou mal nesta quinta-feira 21 no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e foi levado para um hospital, segundo informou Marco Aurélio de Carvalho, um dos advogados do petista.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, ele está internado no IC-DF, Instituto de Cardiologia do Distrito Federal. Há informações não confirmadas de que o petista, que cumpre pena após condenação no processo do “mensalão”, teria sofrido um princípio de infarto.

Segundo Carvalho, no hospital, Genoino faz exames cardíacos complementares, como eletrocardiograma e ecocardiografia. “Ele foi transferido sem autorização do juiz da Vara de Execuções Penais, por decisão do diretor e do médico do presídio”, disse.

O petista foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência em junho, para dissecação da artéria aorta. É esperado que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) decida ainda hoje sobre a transferência de Genoino do regime semiaberto para a prisão domiciliar.

Fonte: Carta Capital

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