TVPT Entrevista: Allan Borges e o pioneirismo nas políticas públicas da juventude

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Superintendente de políticas de juventude da Secretaria de Desenvolvimento Social/RJ destaca programa de inclusão social para jovens de 15 a 29 anos.

O superintendente de Políticas de Juventude da Secretaria de Desenvolvimento Social do Rio de Janeiro falou ao TV Entrevista sobre o Programa Centro de Referência da Juventude que vai ampliar as ações de inclusão social e econômica para jovens de 15 a 29 anos.

De acordo com Allan Borges, os centros de referências vão além de incentivos a cultura e esportes.

“A política de juventude precisava considerar o território e o lugar como local de possibilidades e descobertas para o Jovem e aí foi criado o centro de referência de juventude que entendeu o território como uma potencia e criar espaço para a juventude ter locais de convivência, locais de capacitação profissional e locais de atividade de tempo livre com cultura, esporte, lazer e muito entretenimento porque não pode deixar de ter por causa do tema juventude”, afirmou Borges.

Ele disse ainda que hoje o Rio de Janeiro conta com 10 centros e que as entradas da assistência social e de direitos humanos com muito diálogo e a criação de um local onde a juventude pode colocar suas vivências possibilitam mais integração, mais cidadania e retira da possibilidade de marginalidade centenas de jovens.

“Ter um local onde a juventude consiga adquirir novas condutas e diminuir a conduta de risco, que o território impunha é o grande legado do centro de juventude. Isso não significa oferta de cursinhos, elas são fundamentais para sedução do jovem, mas o grande lance e o bacana da política de juventude do Rio de Janeiro são a gente entender o jovem nas suas múltiplas trajetórias e fazer com que ela tenha uma trajetória mais para o desenvolvimento, que ele conquiste autonomia e se emancipe a partir do lugar onde ele vive e se integre ao conjunto da cidade”, afirmou.

Segundo Allan, os centros contam com patrocínio da Petrobrás,  do governo do estado e esse recurso faz com que as expansões do centro da juventude consigam ser planejadas de uma ano para o outro.

“Nós começamos com cinco centros e no primeiro ano, em 2009, e hoje nós estamos com 10. Então significa que nós temos um crescimento com expoente muito grande a gente vai viver a fase 2.0 da política de juventude e o governo do estado do Rio de Janeiro contraiu um empréstimo de 84 milhões de dólares para investimentos em área setorial e social e este recurso é o maior na história do BID para construir um programa para demanda da juventude.

As ações do CRJ encaram o desafio de execução das políticas setoriais e universais, com o foco territorial. A elegibilidade do território se dá pela compreensão das favelas e periferias como espaços de potência da juventude: trata-se de converter forças hostis (pobreza, violência e estado de exceção) em processo de criação e invenção cultural. A inovação surge do financiamento dos desejos, descobertas e possibilidades da Juventude, com o grande desafio de equilibrar o planejamento e a pressão da vida dos jovens.

(André Guimarães e Neide Freitas – Portal do PT)

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